Oração do Ministro da Eucaristia

Oração do Ministro da Eucaristia

Senhor: A Igreja me confiou O Ministério Extraordinário da Sagrada Comunhão. Constituiu-me servidor da comunidade, em Assembléia Litúrgica, que compartilha a mesa fraternal da Comunhão, na consolação dos enfermos, anciãos e impedidos para que se fortaleçam com o Pão da Vida. Eu sei, Senhor, que é, em primeiro lugar, um serviço. Porém, intimamente, o descubro como uma honra: Por meu intermédio, e através de minhas mãos, faço possível a comum-união de meus irmãos Contigo, no Sacramento do teu Corpo e do teu Sangue. Por isso, Senhor, consagro-te meus lábios que te anunciam, minhas mãos que te entregam; consagro-te meu ser, meu corpo e meu coração para ser tua testemunha leal. Não quero, Senhor, Que minha vida seja um obstáculo entre meus irmãos e teu mistério. Quero ser uma ponte,
quero ser como duas mãos estendidas… Peço tua ajuda, de modo que eu seja um cristão de verdade, um cristão ansioso de tua Palavra, uma pessoa de oração e de reflexão, um contemplativo de teus mistérios; um celebrante feliz de teus Sacramentos e um servidor humilde de todos os meus irmãos. Que quando eu disser: “O Corpo de Cristo”,

eu desapareça e se veja teu rosto”. Amém.

    O ministro extraordinário da comunhão é, na Igreja católica, um leigo a quem é dada permissão, de forma temporária ou permanente, de distribuir a comunhão aos fiéis, na missa ou noutras circunstâncias, quando não há um ministro ordenado (bispo, presbítero ou diácono) que o possa fazer.

Chamam-se extraordinários porque só devem exercer o seu ministério em caso de necessidade, e porque os ministros ordinários (isto é, habituais) da comunhão são apenas os fiéis que receberam o sacramento da ordem. Na verdade, é a estes que compete, por direito, distribuir a comunhão. Por esse motivo, o nome desta função é ministro extraordinário da comunhão, e não da Eucaristia, visto que apenas os sacerdotes são ministros da Eucaristia, e a função dos ministros extraordinários da comunhão exerce-se apenas na sua distribuição.
Origem
Os ministros extraordinários da comunhão surgiram na Igreja Católica após o Concílio Vaticano II, como resposta à escassez de ministros ordenados, e à necessidade de pessoas que pudessem auxiliar os ministros ordenados na distribuição da comunhão em diversas circunstâncias, tarefa que para muitos se tornava demasiado extenuante devido ao tempo e esforço despendido. A introdução de ministros leigos que pudessem auxiliar na ausência de outros ministros ordenados teve como finalidade trazer mais eficácia e dignidade à distribuição da Eucaristia.
Bem acolhida na generalidade, esta novidade, contudo, não foi bem aceite por muitos católicos tradicionais, que sublinharam a anterior disciplina de não permitir aos leigos, em absoluto, tocar no pão ou no vinho consagrado nem nos vasos sagrados que os contêm.
Preparação e designação dos ministros extraordinários da comunhão
Os ministros extraordinários da comunhão devem ser escolhidos entre a comunidade cristã respectiva e devem ser pessoas idôneas e com boa prática cristã. Na maior parte das dioceses, os candidatos, antes de assumirem as suas funções, recebem uma formação litúrgica e doutrinal que lhes permita exercer a sua função com a máxima dignidade e decoro.
No fim de tal formação, são admitidos pelo bispo às funções para que foram escolhidos, o que nalguns casos é feito numa celebração litúrgica. Normalmente, a função é atribuída por um determinado prazo, que geralmente pode ser renovado.
No entanto, para o caso duma celebração em que são necessários os serviços dum ministro extraordinário da comunhão e não se encontra nenhum na assembléia, pode ser designada nesse momento uma pessoa idônea que auxilie o presidente da celebração. O missal romano apresenta, para esse efeito, uma fórmula de designação eventual de ministro extraordinário da comunhão. Neste caso, porém, a designação desse ministro cessa ao terminar a celebração.
Funções
São estas as funções dos ministros extraordinários da comunhão:
  • distribuição da comunhão na missa.
  • distribuição da comunhão fora da missa, aos doentes ou outras pessoas que com razão o solicitem.
  • administração do viático.
  • exposição do Santíssimo Sacramento para adoração dos fiéis (mas não a bênção com o mesmo).
Todas estas funções devem ser realizadas em caso de necessidade, ou seja, quando não houver ministros ordenados disponíveis ou em número suficiente. Face a alguns abusos neste sentido, a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, de acordo com o Papa João Paulo II, declarou que, “se habitualmente estiver disponível um número de ministros sagrados suficiente para a distribuição da Sagrada Comunhão, não se podem designar para esta função ministros extraordinários da Sagrada Comunhão. Em tais circunstâncias, aqueles que estejam designados para tal ministério não o exerçam. É reprovável a prática daqueles Sacerdotes que, embora estejam presentes na celebração, se abstêm de distribuir a Comunhão, encarregando os fiéis dessa função.”
Critérios de escolha

1)    O candidato é escolhido pela comunidade e aprovado pelo pároco.

2)    O candidato deve ter um nível de conhecimento suficiente para exercer bem esse ministério.

3)    Seja responsável, pronto para servir.

4)    Tenha desejo e possibilidade de crescer na fé, de aperfeiçoar seus conhecimentos.

5)    Goze de boa reputação pelo modo cristão de viver.

6)      Se for casado, tenha boa vivência conjugal e que conte com a compreensão, apoio e consentimento de seus familiares para se dedicar ao ministério.

7)    São escolhidos casais, solteiros(as), viúvos(as) e também jovens.

8)    Deve ser dizimista.

9)       Período de atuação: 2 anos

10) Não ser viciado em bebida alcoólica ou jogo…

11) Ter uma fé pura: não acreditar em superstição, crendices, espiritismo, macumba…

12) Estar aberto para aprender coisas novas, nunca pensar que já sabe tudo e não ter vergonha de falar em público.

Erros que têm que evitar

1)    Não participar da adoração do Santíssimo Sacramento;

2)     Vaidade: ver o ministério como um status e não como um serviço;

3)    Curtir no coração certas rivalidades, indiferenças e inimizades com alguém;

4)    Falta de piedade ao entregar a Hóstia ao comungante;

5)      Gostar de exercer o ministério só na frente do altar;

6)    Usar vestes um pouco indecentes: curtas e transparentes;

7)  Dizer outras formas inventadas na hora de entregar a Hóstia, em vez de dizer: O CORPO DE

CRISTO;

8)   Falta de higiene: unhas grandes, mãos surjas…;

9)  Distribuir a Sagrada Comunhão estando muito gripado ou com as mãos machucadas;

10)  Julgar a pessoa que entrou na fila como indigna;

11)  Levantar a Hóstia de forma exagerada;

12) Ingerir bebidas alcoólicas antes de distribuir a Comunhão;

13)    Achar que já sabe tudo e nunca estudar nada;

14)    Não ser verdadeiramente amigo dos outros ministros;

15)    Frequentar ambientes não familiar ou “pesados”;

16)    “Lamber” os de fora e “morder” os de casa.

Paz amados(as)

 

Parabéns Pe. Ernesto pelos seus 41 anos!!! Muitas Felicidades!

Toda a Paróquia está em festa porque Nosso querido Pe. Ernesto completou dia 01/06/2012 seus 41 anos de vida, no Dia de São Justino, filósofo e mártir, o mais importante entre os Padres apologistas do segundo século. A palavra “apologista” …designa os mais antigos escritores cristãos que se propunham defender a nova religião das pesadas acusações dos pagãos e Hebreus, e difundir a doutrina cristã em termos adequados à cultura do próprio tempo. Também é o dia em que comemoramos o aniversário do nosso querido Pe. Ernesto, que realizou a missa junto a seu irmão Pe. Osvaldo e Diácono(futuro Pe.) Rivaldo , esteve presente na missa a mãe do Pe Ernesto, Dona Arminda e a família, assim como vereadores e presenças marcantes em nossa comunidade, o Prefeito Valdomiro Lopes esteve presente para felicitar o Pe. Ernesto(Este ano recebeu o título de cidadão honorário Rio Pretense)como dizem as fotos falam mais que palavras, vamos a elas! Parabéns Pe. Ernesto pelos seus 41 anos e neste ano fará 16 anos como Pe. Junto a tantas obras realizadas nos 8 anos na Nossa querida Paróquia Nossa Senhora do Brasil, Nova Igreja, 100 ministros da palavra juntamente com 100 capelinhas de Nsra do Brasil, trabalhos nas diversas Pastorais( Sobriedade, Carcerária, Familiar, Saúde, Comunicação, etc.) . Toda comunidade alegra-se em comemorar mais um aniversário do Nosso Querido Pe. Parabéns, que Deus lhe retribue com saúde, fortaleza, paz em seu ministério!

Sem mais delongas vamos as fotos! Teve muito forró!!!

http://pastfamnsradobr.wordpress.com/2012/06/02/paraben-pe-ernesto-pelos-seus-41-anos-muitas-felicidades/

Felicidades Pe. Ernesto de todas as Pastorais, Ministros, de toda a comunidade!!

Paz amados(as)

Agora o Grupo Ministros Extraordinários da Paróquia Nossa Senhora do Brasil está presente no Facebook

Bom dia a todos os Ministros Extraordinários da Paróquia Nossa Senhora do Brasil, contamos agora com mais um instrumento eficiente de comunicação – O Grupo dos Ministros esta presente agora no Facebook, acesse agora e se cadastre no Grupo Ministros Extraordinários da Paróquia Nossa Senhora do Brasil( o Grupo será fechado para a segurança dos membros), o link esta abaixo

https://www.facebook.com/#!/groups/minexteucarnsradobr/

Agora sim estaremos conectados onde quer que estejamos, assim possibilitaremos uma comunicação mais dinâmica e eficiente entre os Ministros Extraordinários da Paróquia Nossa Senhora do Brasil

Paz amados(as)

Evidências Científicas acerca do Grande Dilúvio

Não são poucas as evidências antropológicas, históricas e científicas que atestam a realidade do Dilúvio. Examinando-as, os que optam pelo bom senso logo concluem pela historicidade da inundação universal de conformidade com o relato Bíblico.

1) Evidências arqueológicas – Em 1852, o arqueólogo inglês George Smith descobriu entre as ruínas da Babilónia uma série de tijolinhos, gravados em caracteres cuneiformes, uma narrativa bastante similar à do dilúvio Bíblico. Se pesquisarmos detidamente as crenças dos gregos, romanos, eslavos, tupis e guaranis, etc, constataremos: quase todos os povos são capazes de reconstruir, embora de forma distorcida, a ocorrência de uma grande inundação, cujo objectivo básico foi punir a rebeldia do homem contra o seu Criador.

Os arqueólogos vêm encontrando, igualmente, cemitérios fósseis nas mais diversas regiões do mundo, indicando a ocorrência de uma repentina catástrofe geológica. A aparência desses animais petrificados é de que eles foram, de facto, sepultados de forma violenta e súbita por uma indescritível inundação.

Acerca do assunto, escreve o arqueólogo F. C. Hibben: “Há evidências de perturbações atmosféricas, de violência sem igual. Tanto mamutes como bisões foram dilacerados e torcidos como que por mãos cósmicas em fúria divina. Os animais foram simplesmente dilacerados e espalhados através da paisagem como se fossem palha e barbantes embora alguns deles pesassem várias toneladas”.

Por conseguinte, os sítios arqueológicos não evidenciam a existência de um parque de dinossauros; evidenciam a ocorrência de um dilúvio que, inesperadamente, acabou com a vida no planeta, com excepção de Noé e da sua família e dos animais que se achavam com ele na arca.

2) Evidências históricas – Há vários relatos de aviadores, indicando a presença de um grande barco na região de Ararate, onde pousou a Arca de Noé (Gn. 8:4). em 1954, o explorador norte-americano John Liibi reportou que, na sua expedição a um dos montes de Ararate, entre a Rússia e a Turquia, ficou a menos de 60 metros da arca. Aliás, em 1917, um piloto russo, ao sobrevoar a região, confirmara a presença de uma descomunal embarcação, exactamente onde John Liibi chegaria algumas décadas depois.

3) Evidências científicas – Alegam os cépticos que não haveria água em volume suficiente, na atmosfera, para submergir o planeta. Ignoram eles, porém, que o Dilúvio não foi causado apenas pela chuva torrencial que fustigou a terra por 40 dias e 40 noites. Houve, de igual modo, sucessivos e ininterruptos maremotos. Se um único tsunami foi suficiente para alagar o litoral de 12 países, o que não terá causado uma longa série desses fenómenos?

Argumentam ainda alguns pseudo-cientistas que seria impossível cobrir altos montes como o Everest, cujo topo ultrapassa os 7 mil metros. Todavia, a altitude média do planeta é de apenas 800 metros acima do nível do mar, ao passo que a profundidade média dos oceanos é de 4 mil metros.

Levemos em conta, outrossim, as águas que, originalmente, encontravam-se na chamada expansão aérea (Gn. 1:7). Formando um escudo aerotelúrico, essas águas impediam a acção dos raios cósmicos sobre a Terra, possibilitando um perfeito sistema ecológico. Sob tal atmosfera, era possível uma qualidade de vida excelente e uma longevidade proverbial como a de Matusalém.

No Dilúvio, porém, foi destruído o escudo aerotelúrico. Toda a água que o formava abateu-se sobre a terra, aumentando consideravelmente a área ocupada pelos oceanos. Aliás, o que os cientistas chamam de período glacial do planeta foi, na verdade, uma inundação global acompanhada de um resfriamento da terra.

Como nos dias de Noé

Outros argumentos poderiam ser apresentados sobre a historicidade do dilúvio universal registado em Génesis. Creio porém, que as evidências já mostradas são mais do que suficientes para levar os incrédulos a uma reflexão quanto à justiça divina. Pois os dias de hoje em nada diferem daqueles que antecederam ao Dilúvio conforme adverte o Senhor Jesus:

“Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem” ( Mt. 24:38-39).

Vocês todos(as) tem que conhecer este programa “Evidências – A Arqueologia e a História iluminando as páginas da Bíblia Sagrada”

“Evidências – A Arqueologia e a História iluminando as páginas da Bíblia Sagrada”

Com currículo invejável, incluindo pós-doutorado pela Andrews University, nos Estados Unidos, o arqueólogo Dr. Rodrigo Silva produziu mais de cem programas “Evidências”. O quadro que apresenta a veracidade histórica da Bíblia que sem sombra de dúvida, é o livro mais famoso da humanidade. Sejam, simpatizantes, crentes ou céticos, todos têm interesse em conhecer as histórias que ela contém. Ainda que seja para ser questionada, a Bíblia tem atraído a atenção até mesmo de críticos que pretendem combater seus ensinamentos e sua historicidade.
Rodrigo Silva fez estudos pós doutorais em arqueologia bíblica pela Andrews University (EUA) e participou de escavações em Israel, Espanha, Sudão e Jordânia. Conheça esta fantastica obra. A série se apresenta em 04 DVD´s e pode vir a ser adquirida neste endereço: http://www.novotempo.org.br/lojavirtual/index.asp

Se vc olharem no site http://www.youtube.com, encontra-se muitos vídeos destes dvd´s: Evidências Vol. I – 01 A Arqueologia e a Bíblia entre muitos outros, vale a pena assistir!

Fiquem na paz do Senhor

amém

Até o próximo post

A oração do Pai nosso (para refletirmos)

A oração que Jesus nos ensinou

Caríssimos irmãos e irmãs em Cristo

Hoje compartilho com vocês algo que muito tem fortalecido a minha caminhada. Algo que me tem ajudado em todas as áreas de minha vida. Esse algo tem sido a oração.

Orar é conversar com Deus. Mas como devemos orar? Deixemos que Jesus, o Mestre dos Mestres, nos ensine. No Evangelho de Mateus (capítulo 6, versículos 5 a 8), Ele nos dá a seguinte orientação:

“E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa. Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está em secreto. Então seu Pai, que vê em secreto, o recompensará. E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem.”

Em seguida (nos versículos 9 a 13), ao nos ensinar a oração do “Pai Nosso”, Jesus nos mostra como deve ser estruturada uma oração. Entendo que a oração do Pai Nosso é apenas um modelo de oração. Mostra-nos os passos que devemos seguir quando fizermos nossas orações. Não é algo para ser, mecanicamente, repetido. Não devemos esquecer o que Jesus disse no versículo 7: “quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa”.

Em nossas orações, podemos até repetir as mesmas palavras do Pai Nosso, desde que meditemos acerca do significado de cada palavra. Portanto, vamos tentar descobrir o sentido e o alcance de cada expressão dessa maravilhosa oração:

1 )Pai nosso, que estás nos céus

Aqui, Jesus nos ensina a quem devemos dirigir nossas orações. É ao Deus Pai que devemos orar. Segundo a forma de oração que Jesus nos ensinou, não é a Maria (mãe de Jesus), nem a São Paulo, São Pedro, nem a qualquer outro santo que devemos dirigir nossos pedidos e agradecimentos. Podemos até pedir a intercessão destes, mas a oração deve ser dirigida ao Deus Pai.

2 )Santificado seja o teu nome

Nessa parte, nós glorificamos, exaltamos o nome de Deus. Devemos dar glória a Deus por tudo que acontece em nossa vida. “Não a nós, Senhor Deus, nenhuma glória para nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!” (Salmo, 115: 1).

3) Venha a nós o teu reino

Devemos sempre pedir que Deus reine sobre nós, pois o reino de Deus é um reino de justiça, amor e paz. Queremos que Deus seja o nosso Rei. Assim, como súditos, devemos obedecer aos mandamentos do Rei. Nós tomamos conhecimento desses mandamentos por meio da leitura da Bíblia.

Certa vez, tendo sido interrogado pelos fariseus sobre quando viria o Reino de Deus, Jesus respondeu: “O Reino de Deus não vem de modo visível, nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou ‘Lá está'; porque o Reino de Deus está entre vocês” (Lucas 17. 20-21).

4) Seja feita a tua vontade, assim na terra, como no céu

Deus, na qualidade de um pai bondoso e misericordioso, sempre quer o melhor para nós. Assim, devemos aceitar que se faça a vontade de Deus em nossa vida, tendo a certeza que isso será sempre o melhor para nós.

Mesmo quando acontece algo de ruim em nossa vida, devemos encarar a dificuldade como uma oportunidade para crescermos.

5) O pão nosso de cada dia dá-nos hoje

Aqui, pedimos que Deus não nos deixe faltar o alimento (para o nosso corpo e para o nosso espírito). Que Deus nos dê saúde, inteligência e força para que, por meio do nosso trabalho, possamos conquistar o sustento para nossa vida, atendendo nossas necessidades vitais básicas e às de nossa família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte etc.

Nesse ponto da oração, dou uma recomendação específica para os concurseiros. A cada dia, antes de iniciar os estudos, peça a Deus que ilumine sua mente, lhe dê saúde, tempo, inteligência, para que você consiga entender, da melhor forma possível, a matéria estudada.

Lembre-se que você não é filho único! Os seus concorrentes também são filhos de Deus e, dessa forma, são seus irmãos. Assim, não peça simplesmente para ser aprovado no concurso. Peça que Deus abençoe sua preparação, seus estudos. A aprovação será consequência da sua boa preparação.

Lembre-se também que Deus não é o seu garçom! Não fique esperando tudo de bandeja! Faça sua parte! Quando se trata de concurso público, a sua parte é estudar.

Alguns minutos antes de iniciar a prova, não esqueça de fazer uma oração. Agradeça a Deus por ter lhe dado as condições necessárias para uma boa preparação. Peça a Deus que, durante a realização da prova, você tenha paz, tranquilidade, para que todos os conhecimentos aprendidos durante o período de preparação possam ser aplicados na prova, da melhor forma possível. 

6) Perdoa nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido

Todos nós cometemos ofensas a Deus e aos nossos irmãos. “Aquele que estiver sem pecado, atire a primeira pedra” (João 8. 7). Assim, temos muito o que pedir perdão a Deus. Contudo, não devemos esquecer de perdoar aqueles que nos ofenderam. “Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mateus 6. 14-15).

7) E não nos deixes cair em tentação

A petição anterior é dirigida para o perdão das ofensas do passado. Esta se preocupa com as possibilidades de ofensas futuras. Peçamos a Deus sabedoria para que possamos saber como vencer as tentações.

Sigamos o exemplo de Jesus. No Evangelho de Mateus (capítulo 4, versículos 1 a 11), Jesus, ao ser tentado, mostra-nos como se livrar das tentações:

Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. O tentador aproximou-se dele e disse: “Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães”. Jesus respondeu: “Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'”.
Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o na parte mais alta do templo e lhe disse: “Se és o Filho de Deus, joga-te daqui para baixo. Pois está escrito: “‘Ele dará ordens a seus anjos a seu respeito, e com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra'”. Jesus lhe respondeu: “Também está escrito: ‘Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus'”.
Depois, o Diabo o levou a um monte muito alto e mostrou-lhe todos os reinos do mundo e o seu esplendor. E lhe disse: “Tudo isto te darei, se te prostrares e me adorares”. Jesus lhe disse: “Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus, e só a ele preste culto'”. Então o Diabo o deixou, e anjos vieram e o serviram.

8 )Livra-nos do mal

Que ninguém nos faça mal. Que nós não façamos mal a ninguém.
Livra-nos do mal que alguém possa nos fazer, mas também nos livra do mal que possamos fazer a alguém.

9 )Amém

Usado no fim de orações para expressar a idéia de “assim seja”.

Fiquem com Deus irmãos e irmãs em Cristo! Que Ele continue nos abençoando hoje e por todos os séculos dos séculos! Amém